Novidades na Biblioteca

A Escrava de Córdova segue a vida de Ouroana, uma jovem cristã em demanda pela liberdade e pelo seu lugar especial no mundo. Confrontada com as adversidades do tempo em que lhe foi concedido viver, e em nome do coração, a jovem terá de questionar a educação, as convicções e a fé que sempre orientaram a sua existência. Será, por entre a efervescência das mesquitas e o recato das igrejas granÌticas da sua terra, que a revelação por que tanto almeja a iluminará.
William Kamkwamba nasceu no Malawi, onde vivia na mais absoluta pobreza e, aos
13 anos, teve de abandonar a escola por falta de meios. Mas isso não refreou o
seu optimismo nem a sua vontade de aprender e, graças a uma biblioteca escolar,
continuou a acompanhar as matérias escolares. Um dia descobriu um livro que
mudaria por completo a sua vida e que explicava o funcionamento dos moinhos de
vento. Utilizando materiais improvisados, muitas vezes recolhidos em sucatas,
William conseguiu montar dois moinhos de vento e, assim, fornecer energia
eléctrica e água à sua pequena comunidade. O seu feito tornou-se notícia em todo
o mundo e é contado neste livro cativante, que retrata os problemas que afligem
o continente africano e sugere que as melhores soluções não partem
necessariamente da ajuda dos países ricos.

No seu pequeno avião, José cruza diariamente um vasto território para levar ajuda aos recantos mais longínquos da província. O seu trabalho depressa atrai as atenções e o médico que chega do céu vestido de branco transforma-se numa lenda no mato.
Chamam-lhe o Anjo Branco.
Mas a guerra colonial rebenta e um dia, no decurso de mais uma missão sanitária, José cruza-se com aquele que se vai tornar o mais aterrador segredo de Portugal no Ultramar.
Escritor do mês - BERNARDO SANTARENO
Bernardo Santareno nasceu em 1920, em Santarém, no Ribatejo
filho de Maria Ventura Lavareda e de Joaquim Martinho do Rosário. Estudou no
Liceu Nacional de Sá da Bandeira até 1939, em Santarém, após o que frequentou os cursos
preparatórios para a Faculdade de Medicina, na Universidade de Lisboa. Em 1945 transferiu-se para a Universidade de Coimbraa, onde se licenciou
em medicina
psiquiátrica.
Em 1957
e 1958,
a bordo dos navios David Melgueiro,
Senhora do Mar e do navio-hospital Gil Eanes, acompanhou as
campanhas de pesca do bacalhau como médico. A sua
experiência no mar serviria de inspiração a muitas das suas obras, como O
Lugre, A Promessa e o volume de narrativas Nos Mares do Fim do
Mundo.
Intelectual de esquerda, teve várias vezes problemas com o regime salazarista, tendo a sua peça A
Promessa sido retirada de cena após a estreia por pressão da Igreja
Católica. Depois da revolução de 1974 milita activamente no partido
MDP/CDE
e no Movimento Unitário dos Trabalhadores Intelectuais.
Foi distinguido por três vezes com o Prémio Imprensa.
BIBLIOGRAFIA
Poesia
A Morte na Raiz (1954)
Romances do Mar (1955
Os Olhos da Víbora (1957)
Teatro
A Promessa (1957)
O Bailarino e a Excomungada
(1957)
O Lugre (1959)
O Crime da Aldeia Velha (1959)
António Marinheiro ou o Édipo
de Alfama (1960)
Os Anjos e o Sangue (1961)
O Duelo (1961)
O Pecado de João Agonia (1961)
Anunciação (1962)
O Judeu (1966)
O Inferno (1967)
A Traição do Padre Martinho
(1969)
Português,
Escritor, 45 Anos de Idade (1974)
Os Marginais e a Revolução
(“Restos”, “A Confissão”, “Monsanto”, “Vida Breve em Três Fotografias”)
(1979)O Punho (publicado postumamente
em 1987)
Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bernardo_Santareno
No passado dia 7 de Fevereiro esteve na nossa escola o
Presidente do Instituto Bernardo Santareno que nos presenteou com uma excelente
palestra sobre a vida e obra do grande dramaturgo Bernardo Santareno. Estiveram presentes as
turmas do 10.º C , 11.º D, 11.º A e 8.º C acompanhados dos respetivos professores.
VAMOS CANTAR AS JANEIRAS
Já chegou um Novo Ano
Janeiras vamos cantar
Escola Ginestal Machado
Todos quer agraciar
Alunos bem comportados
Boas Novas queremos dar
Aos travessos e arrevesos
Juízo até mais dar!
Refrão
Venham depressa assistir
Está um frio de rachar!
Vinde de lá ouvir,
Janeiras, vamos cantar!
Para as senhoras do bar
Que não queremos esquecer
Um bom ano desejar
P’rá fila desaparecer
A todos os professores
Bom Ano e complacência!
Trabalho tão meritório
Que a Virgem vos dê paciência!
Terminamos sem esquecer
A Direção escolar!
Bom Ano e muito saber
Nobre missão continuar!
Já chegou um Novo Ano
Com as Janeiras a cantar
Escola Ginestal Machado
Todos quis agraciar
Presépios de Natal 2011
No passado, dia 16 de dezembro, procedeu-se à entrega dos prémios e dos certificados de participação no concurso "Presépios de Natal 2011". Este evento foi dinamizado pela disciplina de Educação Moral e Religião Católica com a colaboração da Biblioteca Escolar. Participaram no concurso alunos do 8.º ano.
Escritor do mês de dezembro
ALVES REDOL
António Alves RedoL, Nasceu a 29 de Dezembro de 1911, em Vila Franca de Xira e faleceu a 29 de Novembro de 1969, em Lisboa.
Romancista e dramaturgo, filho de um pequeno comerciante ribatejano, obteve um curso comercial, conheceu em Angola a pobreza e o desemprego e desenvolveu em Lisboa várias actividades profissionais. Militante do partido comunista e empenhado na luta de resistência ao regime salazarista, compreendeu a literatura como forma de intervenção social, sendo um dos seus primeiros romances, Gaibéus , considerado um dos textos literários fundadores da narrativa neo-realista. Ao longo de uma longa e coerente produção literária, Alves Redol trouxe para o romance personagens, temas e situações, ignorados pela literatura, postura que lhe valeu, simultaneamente, o êxito junto de um grande público e o ataque impiedoso da crítica, que apontava como deficiências de escrita a linguagem simples da sua prosa e o esquematismo das tramas romanescas.
Acusações que pareciam corroboradas pela despretensão e modéstia literárias manifestadas pelo autor nas epígrafes das suas obras, como sucede em Gaibéus , precedido do aviso de que "Este romance não pretende ficar na literatura como obra de arte. Quer ser, antes de tudo, um documentário humano fixado no Ribatejo. Depois disso, será o que os outros entenderem". No prefácio a Barranco de Cegos (Lisboa, 1970), Mário Dionísio compara o destino da obra de Redol ao dos romances de Zola, que ao escolher temas malditos, como o operariado e os conflitos sociais, recebeu durante anos a aversão dos críticos, até ser redescoberto em leituras inovadoras que revelaram a estrutura épica dos seus romances e a reformulação de mitos contemporâneos nessa prosa chocante, intensa, por momentos quase surrealista.. Romances
1939 - Gaibéus
1941- Marés
1942- Avieiros
1943- Fanga
1945 - Anúncio
1946 - Porto Manso
1949 - Horizonte Cerrado
1951 - (?) Os Homens e as Sombras
1953 - (?) Vindima de Sangue
1954 - Olhos de Água
1958 - A Barca dos Sete Lemes
1959 - Uma Fenda na Muralha
1960 - Cavalo Espantado
1961 - Barranco de Cegos
1966 - O Muro Branco
1972 - Os Reinegros
Teatro
1948- Forja
1966 - Teatro I - Forja e Maria Emília
1967 - Teatro II - O Destino Morreu de Repente
1972 - Teatro III - Fronteira Fechada
Contos
1940- Nasci com Passaporte de Turista
1944- Espólio
1946- Comboio das Seis
1959- Noite Esquecida
1962 - Constantino Guardador de Vacas e de Sonhos
1963 - Histórias Afluentes
1968 - Três Contos de Dentes
Literatura Infantil
1956 - A Vida Mágica da Sementinha
1968 - A Flor Vai Ver o Mar
1968- A Flor Vai Pescar Num Bote
1969 - Uma Flor Chamada Maria
1970 - Maria Flor Abre o Livro das Surpresas
Defino-me numa palavra: original. Pode nem ser o vocábulo que outros utilizariam para me melhor descrever, porém é uma palavra que eu gosto de utilizar.
Não gosto, nem quero, que me chamem modesto: as minhas capacidades são o que eu sou, logo não as posso fechar num armário. Ignorá-las, escondê-las, fingindo que não existem não seria mais que um frio exercício de hipocrisia da minha parte. E hipócrita é o que eu não sou. Responsável, atento, dedicado, amigo, inteligente, vaidoso e talvez até mesmo teimoso, são alguns dos adjetivos que usam quando me querem caracterizar. E eu deixo que me chamem isso e muito mais, se assim o quiserem.
Já ouvi “ chato”, mas dessa não gosto. No meu íntimo, durante os meus longos momentos de reflexão até posso concordar, mas não admito quando outro me diz. Não é que não tenham razão. Mas se o querem dizer, façam-no quando estiverem num qualquer lugar onde eu não o possa ouvir ou sentir.
O que eu sou é isto e mais! Todavia, o que aqui não disse vou guardar num lugar escondido, oculto no canto mais longínquo do meu ser, pois todos temos de guardar algo para nós, ou não?
(João Madeira, adaptado do texto “Quem Sou Eu?”)
Final do Concurso Nacional de Leitura
A final da V Edição do Concurso Nacional de Leitura realizou-se, no dia 21 de Maio de 2011, em Lisboa (Matinha), no décor do “Quem Quer ser Milionário” no estúdio Nova Imagem.
A Escola Secundária Dr. Ginestal Machado esteve presente, nesse evento, com a participação do aluno João Filipe Quintas Madeira do 9.º A que obteve o 1.º Prémio a nível Nacional, no tocante ao 3º Ciclo.
A Escola Secundária Dr. Ginestal Machado esteve presente, nesse evento, com a participação do aluno João Filipe Quintas Madeira do 9.º A que obteve o 1.º Prémio a nível Nacional, no tocante ao 3º Ciclo.
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